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quarta-feira, 20 de março de 2019

Publicado quarta-feira, março 20, 2019 por com 0 comentário

PuTTY lança update para corrigir 8 vulnerabilidades

O programa mais conhecido de conexão SSH, PuTTY lançou a versão mais recente de seu software, que inclui atualizações de segurança para 8 vulnerabilidades de segurança altamente críticas.


O PuTTY é um dos programas Opensource mais conhecidos e utilizados que permite aos usuários acessar remotamente os computadores através de protocolos de rede SSH, Telnet e Rlogin.

Depois de quase dois anos do lançamento da última versão, os desenvolvedores do PuTTY lançaram no início desta semana a última versão 0.71 para sistemas operacionais Windows e Linux.

De acordo com um comunicado disponível em seu site, todas as versões anteriores do software PuTTY foram consideradas vulneráveis a diversos tipos de vulnerabilidades, onde usuários mal-intencionados ou um servidor comprometido podem sequestrar o sistema do cliente de diferentes maneiras.

Abaixo estão listados todas as 8 vulnerabilidades corrigida: 

1) Autenticação Prompt Spoofing - Como o PuTTY não mostra se uma saída de terminal é genuína, o problema da interface do usuário pode ser explorado por um servidor mal-intencionado para gerar um falso aviso de autenticação no lado do cliente, alertando as vítimas para inserir suas senhas de chave privada.

     "Se o servidor também tivesse adquirido uma cópia do seu arquivo de chave criptografada (que, por exemplo, você poderia ter considerado seguro para copiar porque estava criptografado com segurança), isso daria acesso à sua chave privada", explica o comunicado.

2) Execução de código via sequestro CHM - Quando um usuário inicia a ajuda online dentro das ferramentas GUI do PuTTY, o software tenta localizar seu arquivo de ajuda ao lado de seu próprio executável.

Esse comportamento pode permitir que um invasor induza o usuário a executar um código mal-intencionado no sistema do cliente por meio do arquivo CHM.

    "Se você estivesse executando o PuTTY a partir de um diretório infectado, e abrisse a opção ajuda do PuTTY, ele poderia abrir um programa malicioso, no lugar de abrir o arquivo de ajuda correto: putty.chm".

3) Buffer Overflow nas ferramentas PuTTY no Linux - De acordo com o site, se um servidor abre muitos encaminhamentos de portas, o PuTTY no Linux não ler corretamente todos arquivos ativos  para essa atividade, levando ao problema de
Buffer Overflow.

    "Não sabemos se isso pode ser explorado remotamente, mas pelo menos pode ser remotamente acionado por um servidor SSH mal-intencionado, se você habilitou qualquer uma das opções que permitem ao servidor abrir um canal: encaminhamento de porta remoto para local, encaminhamento de agentes ou encaminhamento do X11 ", diz o comunicado.

4) Reutilizando Números Aleatórios Criptográficos - Esse problema reside no modo como o gerador de números aleatórios funciona no PuTTY, ocasionalmente usando o mesmo lote de bytes aleatórios duas vezes.

    "Isso ocorreu devido a um Buffer Overflow de um byte no código de pool aleatório. Se por alguma desordem de uma fonte externa for injetada na pilha exatamente quando o índice de posição atual estava apontando para o final da pilha, ele invadiria o buffer de outra pilha por um byte e sobrescreveria o byte de baixo do próprio índice de posição. "

5) Buffer Overflow no tipo Integer - Todas as versões anteriores do PuTTY sofrem um problema de estouro de número inteiro devido à falta de troca de chave RSA de check-in de chave.

Um servidor remoto pode acionar a vulnerabilidade enviando uma chave RSA curta, levando a um estouro de número inteiro e à sobre gravação descontrolada da memória.

Os desenvolvedores do PuTTY não têm certeza se essa falha pode ser explorada para ganhar controle sobre o cliente, mas como o problema ocorre durante a troca de chaves e acontece antes da verificação da chave do host, o estouro pode ser induzido por um ataque MitM mesmo se o intermediário não souber a chave de host correta.

Então, mesmo que você confie no servidor que você acha que está se conectando, você não está seguro. "

6, 7 e 8) Ataques DoS
(negação de serviço) do Terminal - As últimas três vulnerabilidades no PuTTY permitem que um servidor trave o terminal ou deixa lento, enviando saídas de texto diferentes.

1º Tipo de ataque DoS - Os servidores podem enviar uma longa sequência de caracteres Unicode ao terminal do cliente, o que pode levar a um DoS, fazendo com que o sistema pegue quantidades potencialmente ilimitadas de memória.

2º Tipo de ataque DoS - Pode ser acionado enviando caracteres combinados, ou seja, usando com textos de largura dupla e um número ímpar de colunas do terminal e GTK para o terminal do cliente na saída.

3º Tipo de ataque DoS - Acontece quando é enviado caracteres de largura 2. Geralmente usados por chinês, japonês e coreano. Assim o emulador de terminal do PuTTY pode ser forçado a travar.

Se você usa o PuTTY, faça o download aqui

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Publicado quarta-feira, setembro 26, 2018 por com 0 comentário

Como desativar o login automático do Google Chrome

A atualização do Google Chrome 69 veio com a funcionalidade de login automático, porém isso pode infligir a privacidade dos usuários, já que esse recurso salva os seus dados como senhas e históricos para serem acessados em outros dispositivos.




Uma vez que você faz o login na conta do Google, as informações de acesso (login e senha) são utilizadas automaticamente pelo Chrome. Com isso, o usuário pode ficar potencialmente exposto em um ambiente inseguro com dispositivos compartilhados, pois outras pessoas que usam o seu computador ou celular podem acessar sua conta, mesmo quando você fecha ou limpa os cookies do navegador.

Empresas em geral, fazem alterações em suas plataformas e, em vez de informar explicitamente as pessoas sobre essas alterações, ocultam essas informações na documentação, tornando a privacidade e a transparência mais difíceis de serem obtidas.

Como desabilitar o login automático?
Para isso devemos acessar no navegador o seguinte endereço: chrome://flags/#account-consistency.  Em seguida, mude a função para “Disabled” e reinicie o navegador.


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Atualização 27/09/2018

A situação envolvendo o Google Chrome trouxe uma série de questões à tona sobre a privacidade e segurança, gerando inúmeras reclamações por parte dos usuários. Com isso, a Google publicou em seu blog oficial que a versão 70 do Google Chrome vai deixar o usuário escolher ou não associar a sua conta os serviço, como mostrado na prévia da nova versão abaixo.



Além disso, a Google esclareceu que a versão atual não ativa a sincronização entre dispositivos de forma automática. Contudo, para garantir que não haja novas divergências, a interface das configurações ficará mais legível para os usuários.

Outra novidade anunciada é em relação ao gerenciamento de cookies, pois mesmo que os cookies sejam limpos, o navegador ainda continua logado e isso será alterado. Assim, o usuário terá que logar novamente no Google Chrome a cada limpeza. A versão 70 está prevista para outubro/2018.

Fonte: The Next WebGoogle
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Publicado sexta-feira, junho 15, 2018 por com 0 comentário

Cross-Site Scripting (XSS) ainda é o principal ataque na web

Páginas web são um alvo comum para ataques cibernéticos. E os ataques estão sempre evoluindo. É por isso que uma das conclusões do novo relatório é que o ataque de XSS entre sites ainda é a principal ameaça. Cross-site scripting (XSS) é um tipo de falha encontrado principalmente em páingas web. O ataque se dá quando é injetado códigos maliciosos dentro das páginas web, afetando assim os outros usuários.

 

No relatório, as estatísticas de ataque às paginas web, representam cerca de 31% de todos os ataques em 2017. 
A injeção de SQL é a segunda técnica mais comum, com as empresas de TI e finanças sendo os principais alvos, representado cerca de 20% dos ataques na web.



E os ataques continuam aumentando, pois as empresas de TI e financeiras tiveram cerca de 1.000 ataques por dia durante 2017.

Olhando para um futuro próximo, o relatório conduzido pela Positive Technologies antecipa um forte aumento nas tentativas de hacking em torno do torneio da Copa do Mundo, sediada na Rússia, começando no dia 14 de junho.

Fonte: DarkReading
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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Publicado segunda-feira, maio 07, 2018 por com 0 comentário

FacexWorm se espalha através do facebook. Como remover?

Um vírus que sequestra dispositivos de usuários e os usa para minerar criptomoedas está se espalhando rapidamente pelo Facebook. Pesquisadores de segurança cibernética da Trend Micro estão alertando os usuários sobre uma extensão maliciosa do Chrome que está direcionando os usuários de plataformas de comércio de criptomoedas para roubar as credenciais de suas contas.

Apelidado de FacexWorm, a técnica de ataque usada pela extensão maliciosa surgiu pela primeira vez em agosto do ano passado, mas os pesquisadores notaram que o malware foi recompilado com alguns recursos novos no início deste mês. 


Os novos recursos incluem o roubo de credenciais de sites, como os da Google, redirecionamento para sites fraudulentos e mineradores. Não é o primeiro malware a usar o Facebook Messenger para se espalhar como um worm. No ano passado, pesquisadores da Trend Micro descobriram um bot de mineração de criptomoedas Monero, apelidado de Digmine, que se espalhava através do Facebook Messenger e tinha como alvo os sistemas operacionais Windows.

Assim como o Digmine, o FacexWorm também envia links projetados para o Facebook Messenger a fim de redirecionar as vítimas para versões falsas de sites populares, como o YouTube.

Como o Malware FacexWorm funciona?

Se o link de vídeo malicioso for aberto usando o Google Chrome, o FacexWorm redireciona a vítima para uma página falsa do YouTube, onde o usuário é incentivado a baixar uma extensão maliciosa de codec para continuar reproduzindo o vídeo.


Uma vez instalada, a extensão do FacexWorm baixa outros módulos para executar várias tarefas maliciosas. Como a extensão ativa todas as permissões no momento da instalação, o malware pode acessar ou modificar dados de qualquer site que o usuário abrir.

"FacexWorm é um clone de uma extensão normal do Chrome, mas projetado com um código pequeno contendo sua principal rotina. Ele faz o download do código JavaScript adicional de um servidor assim que o navegador é aberto", disseram os pesquisadores.

"Toda vez que a vítima abrir uma nova página, o FacexWorm consultará seu servidor para encontrar e recuperar outro código JavaScript (hospedado em um repositório do Github) e por fim executar seus comandos nessa página da Web."

Para se espalhar ainda mais, o malware solicita o token de acesso OAuth para a conta do Facebook da vítima, na qual ele automaticamente obtém a lista de amigos e envia um link de um vídeo falso e malicioso no YouTube. E com isso, o malware é capaz de roubar as senhas de usuários do Google, MyMonero e Coinhive. Além disso, ele também é capaz de injetar códigos maliciosos na páginas para fazer a mineração de criptomoedas.  



Quando o malware detecta que o usuário acessou uma das 52 plataformas de criptomoedas ou palavras-chave digitadas como "blockchain", "eth-" ou "ethereum" na URL, o FacexWorm redirecionará a vítima para uma página fraudulenta para roubar as credenciais do usuário. As plataformas direcionadas incluem Poloniex, HitBTC, Bitfinex, Ethfinex e Binance e a carteira Blockchain.info.



Para evitar a detecção ou remoção, a extensão FacexWorm fecha imediatamente a guia aberta quando detecta que o usuário está abrindo a página de gerenciamento de extensão do Chrome. 

A Chrome Web Store removeu muitas das extensões maliciosas antes de ser notificada pelos pesquisadores da Trend Micro, mas os invasores continuam fazendo o upload para a loja.  O Facebook Messenger também pode detectar os links mal-intencionados e socialmente modificados e bloquear regularmente o comportamento de propagação das contas afetadas do Facebook, disseram os pesquisadores.

Como as campanhas do Facebook são bastante comuns, os usuários são aconselhados a ficar atentos ao clicar em links e arquivos fornecidos, mesmo pelo seus amigos.

Como Remover no Chrome

1º Abra o menu Chrome, clique em configurações → Show advanced settings, selecione Redefinir as configurações do navegador e clique em redefinir.

Digite "chrome://extensions" no campo URL e toque em Enter. Remova a extensão e feche o navegador.

Como remover no Firefox

1º Caso você esteja com a versão antigo do FacexWorm no Firefox, digite "about:addons" no campo de URL. Vá para extensões e excluir extensões do navegador.
 

2º Digite about:support na URL do Firefox e aperte enter. Você tem a opção e reiniciar o navegador com todas as extensões desativas e restaurar o Firefox. Restaure o Firefox.

Caso o passo-a-passo não resolva seu problema, entre no site cleanpc-malware para seguir um tutorial completo, onde faz a remoção de entradas no registro do windows e ensina como tirar a inicialização desse malware.

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Publicado quinta-feira, novembro 30, 2017 por com 0 comentário

Como descobrir se o seu celular é adulterado

O IMEI ou International Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de Equipamento Móvel) é composta por vários números que formam uma combinação única, onde é possível identificar o aparelho. Através do IMEI um celular pode ser bloqueado ou desbloqueado pelas operadoras no caso de furto/roubo.

Esse código geralmente fica atrás do seu aparelho e as vezes até mesmo na bateria. Outra forma de descobrir o IMEI, é pela sequência *#06# digitada em seu aparelho, funcionando desde os modelos mais antigos até os mais atuais. Esse código funciona também independente do sistema operacional do seu celular, ou seja, Android, IOS, Windows Phone, etc.


Após digitar essa sequência, irá aparecer um tela mostrando a sequência de números. Como o IMEI é gravado no módulo GSM/GPRS dos celulares, caso o seu seja dual chip, serão mostrados dois IMEIs um para cada chip. 

Caso o IMEI seja diferente do mostrado na parte de trás do seu celular, então provavelmente ele foi adulterado, clonado ou passado por outras formas de fraude. Com isso, os aparelhos comprados e registrados na rede a partir de maio de 2018, serão bloqueados pela Anatel caso o número seja adulterado.

Todos os dispositivos que usam chip e acessa a rede das operadoras e que não seja certificado pela Anatel, também poderão ser bloqueados. Ou seja, além dos celulares, os tablets, máquinas de cartão de crédito também entram nessa lista.

Esse bloqueio vai acontecer por segurança, pois é através desse código que os celulares acessam a Internet, recebem e fazem ligações. Por isso é necessário ter cuidado ao instalar atualizações (ROMS) duvidosas que dizem personalizar ou melhorar algo em seu dispositivo. Sempre consulte as atualizações do seu fabricante

Fonte: G1 Globo
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Publicado terça-feira, agosto 08, 2017 por com 0 comentário

Hacker condenado a 46 meses de prisão por espalhar Malware no Linux

Um homem russo acusado de infectar dezenas de milhares de servidores em todo o mundo para gerar milhões em pagamentos fraudulentos foi preso com uma condenação de 46 meses (quase quatro anos) na prisão federal dos Estados Unidos.

Maxim Senakh, de 41 anos, de Velikii Novgorod, foi preso pela polícia finlandesa em agosto de 2015 por seu papel no desenvolvimento e manutenção no infame botnet Linux chamado Ebury que deu um prejuízo de milhões de dólares para as vítimas em todo o mundo.



Senakh foi extraditado para os Estados Unidos em fevereiro de 2016 para ser julgado e se declarou culpado no final de março deste ano, depois de admitir a criação do botnet Ebury e o lucro através do esquema.

Em 2011, o Ebury nasce como um Trojan de SSH para sistemas operacionais Linux e Unix, como o FreeBSD ou o Solaris. E oferece aos atacantes controle completo de uma máquina infectada remotamente, mesmo que a senha da conta de usuário afetada seja alterada regularmente.

Senakh e seus associados usaram o malware para construir uma rede botnet com o Ebury, afetando milhares de sistemas Linux, e teve a capacidade de enviar mais de 35 milhões de mensagens spam e redirecionar mais de 500 mil visitantes online para exploits todos os dias.

Senakh gerou uma receita de milhões de dólares com as mensagens de spam e os fraudulentos cliques em publicidades.

"Trabalhando dentro de uma enorme empresa criminosa, Maxim Senakh ajudou a criar uma infra-estrutura sofisticada que vitimou milhares de usuários na Internet em todo o mundo", disse o advogado Brooker, dos EUA.
"À medida que a sociedade se torna mais dependente de computadores, cibercriminosos como Senakh representam uma séria ameaça. Juntamente com nossos parceiros da lei, estamos empenhados em detectar e perseguir esses cibercriminosos, independentemente de onde residam".
O Ebury começou pela primeira vez em 2011, depois que Donald Ryan Austin, de 27 anos, de El Portal, na Flórida, instalou o Trojan em vários servidores pertencentes ao kernel.org e a Linux Foundation, que mantêm e distribuem o kernel do sistema operacional Linux.

Austin, não tem conexão com a quadrilha criminosa do Ebury, porém foi preso em setembro do ano passado (2016) e foi acusado de 4 crimes de transmissão intencional causando danos a vários computadores.

Senakh podia pegar até 30 anos de prisão, depois de se declarar culpado, já que violou a Lei de Fraude e Abuso de Computadores. No entanto, o juíz condenou Senakh a 46 meses de prisão, anunciou o Ministério da Justiça. O caso foi investigado pelo escritório de campo do Bureau Federal de Investigação em Minneapolis.

Senakh será deportado de volta à Rússia após a sua libertação da prisão dos EUA.

Fonte: TheHackerNews
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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Publicado terça-feira, outubro 04, 2016 por com 1 comentário

Os ataques mais comuns na WEB

Mesmo com o aumento da segurança ainda há muitos ataques sendo realizados diariamente na internet. E a Open Web Application Security Project (OWASP) fez uma pesquisa com o intuito de identificar os ataques mais comuns, e para quem deseja ver na íntegra, a fonte de pesquisa está no link no final da página.

1. Injeção

Esse é um dos ataques mais comuns na web, onde o objetivo é injetar um código malicioso no site da vítima com o intuito de desconfigurar a página, chamado comumente de defecement. Com esse tipo de ataque, o atacante consegue todas informações das tabelas do banco de dados, inclusive as senhas. E a partir daí que surge os vazamentos de dados.

2. Quebra de Autenticação e Gerenciamento de Sessão (XSS)

Esse ataque consiste também na injeção de código e roubo de sessão do usuário, onde o atacante pode conseguir senhas, chaves, tokens de sessão, ou mesmo sequestrar a sessão do usuário, podendo se passar por ele. Os vídeos que estou disponibilizando, estão em inglês, mas é possível entender perfeitamente como funciona o ataque.


3. Cross-Site Scripting (XSS)

Essa falha ocorre quando os filtros programados são inválidos, permitindo o atacante injetar um código JavaScript no site. Essa falha têm as mesmas consequências do SQL Injection, onde o atacante pode roubar a sessão do usuário, fazer defacement na página, redirecionar para alguma página maliciosa ou até roubar todo o banco de dados.



4. Referência Insegura e Direta a Objetos

Uma referência insegura e direta a um objeto ocorre quando um diretório ou dados sensíveis são deixados expostos. Como não há o controle de acesso o ataque pode facilmente manipular esses diretórios e até conseguir as senhas do servidor.


5. Configuração Incorreta de Segurança

Essas falhas de configuração acontecem quando um firewall, banco de dados, servidores web e entre outros, não são configurados corretamente, ou deixados como padrão de fábrica. Muitas vezes as pastas estão com permissões incorretas, deixando um arquivo sensível exposto para todos. É muito comum deixar habilitado as configurações de página sem restrições, ou seja, qualquer um pode ir lá e modificar.


6. Exposição de Dados Sensíveis

Muitos sites e portais não protegem os dados sensíveis corretamente, deixando muitas informações expostas, como senhas descriptografadas, cartões de crédito, CPF, emails e telefones pessoais. O grande segredo para corrigir essa falha é usar muito a criptografia e definir bem as permissões de acesso.


7. Cross-Site Request Forgery (CSRF)

Uma falha parecida com XSS, mas dessa vez, o ataque é baseado na sessão ativa do usuário, onde o atacante força uma requisição HTTP forjada para uma aplicação web vulnerável. Nesse ataque, o hacker consegue os cookies autenticados (sessão) e faz requisições como se fosse a vítima.



8. Ataques de Força Bruta

Ao se deparar com algum servidor FTP ou formulário de autenticação, o hacker vai tentar usar as falhas conhecidas como SQL Injection, XSS, RFI/LFI, OCOMON, FOPEN, XSRF ou alguma 0-day. Caso ele não consiga acesso, ele vai tentar um ataque de força bruta. Esse tipo de ataque consiste em tentar todas as combinações possíveis de senhas, até que uma dessas senhas seja válidas. Justamente por isso é necessário definir senhas fortes e jamais deixar as configurações padrões.

9. Ataque DDoS/DoS

Por fim, se o hacker não conseguiu acesso com nenhuma falha, um dos ataques que são feitos com frequência são os DoS ou DDoS. O intuito desse ataque é derrubar algum serviço, sendo ele uma página na internet ou um servidor com acesso a internet.

Nesse tipo de ataque os hackers utilizam uma rede zumbi (BotNet), que é composta por vários computadores infectados. Assim que o alvo é definido, toda essa rede zumbi (o que pode incluir milhares de computadores) começam a fazer requisições ao endereço IP. No final, o servidor não consegue responder a todas essas requisições e trava, se tornando indisponível para o usuário final.




Fontes: OWASPTECMUNDO
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terça-feira, 8 de março de 2016

Publicado terça-feira, março 08, 2016 por com 0 comentário

Invadir computador através do mouse ou teclado sem fio

Pesquisadores de segurança da Bastille anunciaram a descoberta de uma vulnerabilidade em mouses sem fio que torna possível a instalação de rootkits em computadores. Para quem nunca ouviu falar, é uma empresa especialista em segurança.

As fabricantes de mouse como a Dell, HP, Lenovo, Microsoft, Gigabyte e outras, já anunciaram que vão lançar novos mouses e teclados usando corretamente a criptografia.



Os pesquisadores fizeram um site https://www.mousejack.com/ com mais informações sobre a falha. Também disponibilizaram no GitHub um kit de ferramentas em python que podem ser usados para descobrir dispositivos vulneráveis.

Para explorar a falha, a vítima deve está no máximo 100 metros de distância para poder interceptar os pacotes enviados entre o mouse e o computador, e assim substituir o sinal por outro, com pacotes infectados com um rootkit. Veja a demonstração abaixo:




Se deseja saber mais informações, leia a matéria original
TheHackerNews
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Publicado quinta-feira, janeiro 14, 2016 por com 0 comentário

Maiores Ataques Hackers de 2015



Com quase 300 milhões de registros vazados e US$ 1 bilhão roubados em 2015, as chances são de que você ou alguém que você conhece foi afetado por um ataque cibernético neste ano. Todos os meses de 2015 trouxe um novo grande ataque cibernético.

Hackers atingiram empresas e governos, mês após mês, muitas vezes com resultados chocantes. Se fosse listar todos os ataques a lista ficaria espantosamente grande. Assim foram separados apenas os piores, levando em conta o grande número de pessoas afetadas ou, no caso de funcionários do governo específicos serem cortados, e as implicações incalculáveis e precipitação após esse fato.

9 - Hackers violaram os sistemas de saúde da seguradora Anthem Inc., expondo cerca de 80 milhões de registros pessoais.

Em fevereiro, a Anthem reconheceu que foi invadida por atacantes ainda desconhecidos, onde acessaram 80 milhões de dados de pessoas que utilizam planos de saúde como Amerigroup e Anthem Blue Cross e Blue Shield.

Até o CEO da companhia foi afetada pela violação de dados, que expôs aniversários, endereços, números de segurança social (CPF aqui no Brasil), e e-mails. A empresa disse que não havia "nenhuma evidência" de que os cartões de crédito ou informações médicas tenham sido expostas.

A grande falha pode ter sido obra de hackers chineses, uma vez que foram deixadas "impressões digitais" de um Estado-nação, de acordo com a Bloomberg.

8 - Talvez o ataque de mais alto perfil foi em Ashley Madison, o site do adultério que prometia seus membros assuntos sigilosos.

Um grupo chamado Impact Team roubou o banco de dados do site em julho e tentou chantagear sua controladora Avid Life Media para derrubar o site. Após 30 dias, o site ainda permaneceu em linha, e os hackers liberaram tudo, o que incluiu informações pessoais, como e-mails e endereços físicos de 37 milhões de usuários.

O grupo seguiu com o ataque e vazaram uma quantidade ainda maior de e-mails corporativos de Avid Life, incluindo as do CEO Noel Biderman, que se demitiu pouco tempo depois.

Apesar de estar entre os dados vazados, não significa, necessariamente, que uma pessoa foi realmente um dos usuários do site - não houve verificação e-mail, pois até mesmo o Barack Obama e vários outros políticos estavam lá.

Alguns, como o Pastor John Gibson que, cometeu suicídio apenas seis dias depois de ter sido encontrado no banco de dados.

Apesar dos vazamentos, a empresa afirma que aumentou em vários milhões de membros, embora ainda enfrenta uma série de ações judiciais coletivas de clientes cujas identidades foram expostas.

7 - Um grupo de hackers desconhecidos, infiltraram-se em centenas de bancos em vários países, roubando cerca de 1 bilhão de dólares


O maior assalto a banco de 2015 foi completamente digital. A partir do final de 2013, um grupo desconhecido de criminosos cibernéticos se infiltram em várias empresas financeiras, e depois infectaram seus alvos com anexos de e-mail infectados (phishing).

No momento em que o ataque foi descoberto pela Kaspersky Lab em 2015, pelo menos 100 bancos em 30 países, incluindo a Rússia, os EUA, Alemanha, China e Ucrânia, foram afetados. Em muitos casos, os criminosos usaram suas façanhas para retirar o dinheiro de caixas eletrônicos ou transferir o dinheiro para contas controladas por eles.

6 - O grupo de segurança cibernética Hacking Team foi hackeado, revelando que ele estava fornecendo ferramentas de espionagem para governos.

O grupo Hacking Team, anunciou em julho, a todos os seus clientes para não usarem seu software depois que um hacker violou os seus sistemas e conta no Twitter, além de vazar 400 gigabytes de dados.

A empresa diz que fornece soluções para fins de aplicação da lei e de inteligência, e negou relatos de que foi vendida a tecnologia para qualquer país.

5 - Hackers ganharam acesso a sistemas da Casa Branca em 2014, mas a natureza da invasão tem pior maneira como novos detalhes surgiram no ano de 2015.

Uma violação da rede na Casa Branca em outubro 2014 causou "interrupção temporária de alguns serviços", mas foi minimizado na época.

Meses mais tarde, foi revelado que a invasão partiu de hackers russos, onde acessaram agenda e e-mails que revelaram informações pessoais, movimentos e debates políticos, entre outras comunicações ainda mais sensíveis do presidente.

"Este tem sido um dos ataques mais sofisticados que já vimos", disse um alto funcionário americano ao The New York Times.

Esses mesmos agressores são também responsáveis por invadirem os sistemas de e-mail do Departamento de Estado, segundo a CNN.

4 - Cerca de 15 milhões de clientes da T-Mobile, teve suas informações roubadas depois que a empresa de verificação de crédito Experian, foi invadida.

Cerca de 15 milhões de pessoas que se cadastraram nos últimos três anos para os serviços sem fio a partir de T-Mobile, encontraram-se em um situação complicada, já que houve uma violação de dados.

Os Hackers entraram no banco de dados da Experian, a agência de informações de crédito que verifica sobre potenciais clientes T-Mobile. Os hackers vazaram nomes, endereços, datas de nascimento e números de segurança social.

Ele também destacou os perigos de uma empresa depender de outro para manter os dados dos clientes. "Obviamente, eu estou muito irritado com esta violação de dados e nós vamos instituir uma revisão profunda da nossa relação com a Experian," disse o CEO T-Mobile John Legere, em uma carta aberta.

3 - Diretor da CIA John Brennan, teve o seu e-mail hackeado e possuia documentos pessoais sensíveis.

Um hacker que diz ser um estudante de escola secundária americana disse que através "engenharia social" conseguiu acesso conta de e-mail AOL do diretor da CIA, que tinha anexos sensíveis dentro.

O hacker postou supostas lista de contatos e registros de chamadas de John Brennan. Mas o maior vazamento foi o questionário de segurança SF-86 para seu certificado de segurança, que tinhas vários números de Brennan e outros de segurança social (CPF), nomes, endereços, e outras informações sensíveis.


O hacker disse ao Wired como ele ganhou acesso através de uma série de truques inteligentes, primeiro se passando como um empregado Verizon para obter informações sobre Brennan, que ele então tinha utilizado para desbloquear o e-mail e por mentir ao serviço AOL, se passando como cliente.

2 - Uma violação de dados na fabricante de brinquedos de crianças VTech resultou na liberação de registros em 4,8 milhões de pais e mais de 6,8 milhões de crianças.

Os dados pessoais de milhões de pais e crianças foram expostos depois que um hacker obteve acesso ao servidor da fabricante de brinquedos VTech, em novembro.

O hacker disse ao Motherboard que não tinha planos de vazar os dados, embora a violação de informações pessoais, como nomes, endereços, datas de nascimento, e-mails e poderia facilmente ser vendido na web escuro.

A violação também incluiu milhares de arquivos de imagem, tiradas com produtos VTech e enviados online. A empresa disse que cartões de crédito ou números de segurança social não foram obtidos com a invasão.

1 - A agência do governo norte-americano responsável pela verificação de antecedentes foi invadida, e informações sobre praticamente todos os funcionários federais desde o ano de 2000 foram vazadas.

Em junho, soube-se que hackers obtiveram acesso aos bancos de dados do Gabinete de Gestão Pessoal e roubou dados de cerca de 4,2 milhões de funcionários federais. Porém, depois de um rastreio de segurança federal a quantidade aumentou para mais de 22 milhões.

Alguns acreditam que a invasão foi trabalho do governo chinês, e permitiu o acesso aos sensíveis questionários SF-86, dados militares, oficiais de inteligência, e outros.

Eles divulgaram os nomes, endereços, informações de saúde, história financeira, números de segurança social, membros da família, e até mesmo as opiniões de seus vizinhos. Além disso, foram expostas mais de 1 milhão de impressões digitais. Especialistas acreditam que a partir da biometria ainda mais dados poderiam ser roubados.

OPM Diretor Katherine Archuleta renunciou em meio a críticas bipartidária, apenas um mês após a invasão ter se tornada pública.


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Publicado quarta-feira, dezembro 30, 2015 por com 0 comentário

Autoridades de presídio soltaram 3.200 prisioneiros devido a um bug no Software



O Departamento de Estado de Correções (DOC), em Washington, está enfrentando uma investigação depois que cerca de 3.200 prisioneiros foram soltos ao longo de 13 anos, desde 2002, quando um bug foi introduzido no software usado para calcular créditos de "tempo", por bom comportamento dos presos.

A falha de software levou a um erro de cálculo de reduções de pena que os prisioneiros norte-americanos estavam recebendo por seu bom comportamento.

Ao longo dos próximos 13 anos, o número médio de dias daqueles lançado no início da prisão foi de 49 dias antes da sua data de lançamento correto.

"Esse problema foi autorizado a continuar por 13 anos é profundamente decepcionante para mim, totalmente inaceitável e, francamente, enlouquecedora", disse o governador do Estado de Washington Jay Inslee em um comunicado. "Eu tenho [muitos] perguntas sobre como e por que isso aconteceu, e eu entendo que os membros do público terão essas mesmas perguntas."

Qual é o Bug e Como foi passar despercebido por 13 anos?

O problema reside no software DoC que é usado para calcular a data de lançamento para os presos que apresentaram bom comportamento enquanto estava preso.

O bug software foi introduzido em 2002, quando a Suprema Corte do estado implementou uma mudança para o sistema de crédito "bom tempo", permitindo que os prisioneiros ganhassem créditos por bom comportamento enquanto eles estão em:
  • Prisões do Estado
  • Cadeias municipais
Esses créditos são usados ​​para encurtar a duração da pena do prisioneiro. Para aplicar essas mudanças, o Google Docs divulgou nos Estados Unidos as novas versões do software, mas, infelizmente, o código de penas de prisão calculados estava com defeito.

DoC - Informados da emissão de 3 anos atrás

O que é ainda mais decepcionante é que as autoridades soube do erro em dezembro de 2012, quando a família de uma vítima de assalto, tinha alertado que o atacante estava indo para a cadeia, mas iria ser libertado muito em breve.

Naquela época, DoC entrou com um pedido, rotulando o erro como "sensíveis ao tempo" e para ser implementado o mais rapidamente possível.

No entanto, o DoC  contratou um novo gerente de TI em novembro, que alertou as autoridades de quão sério é o bug. Inslee assegura que uma correção integral para o bug é esperado para ser lançado até o dia 7 de janeiro.

Até então, o DoC foi ordenado a não liberar qualquer prisioneiro sem verificar manualmente a sua data de lançamento real.

A notícia não é nada boa para esses prisioneiros que foram soltos prematuramente. As autoridades disseram que eles deverão cumprir o resto de suas sentenças. A parte boa é que eles receberão créditos de bom comportamento pelos dias que passaram fora da prisão sem causar problemas.
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